Elenco: André, Cândida, Carina, Celso, Daniel, Emílio, Fernanda, Gabriela, Gregório, Luciana, Nataja, Nayara, Raí, Tom, Veronika.

Participação especial do núcleo duro do CEM: Exmo. Presidente Dagó, Tinoco e Tunico

Junto com Andorinhas e do Gavião, a cachoeira do Tombador é uma das atrações do Parque Nacional da Serra do Cipó ao longo do vale formado pelos córregos Bocaina e Capão. Porém, devido à extensão da trilha (cerca de 8 km), costuma ser pouco frequentada, apesar de sua beleza e dos dois poços que se formam após a queda.

Depois dos atrasos habituais, saímos de BH por volta das 9 horas em direção ao Parque. A caminhada teve início na portaria do Retiro e seguiu pela trilha bem marcada ao longo do córrego Bocaina, passando direto pelas cachoeiras das Andorinhas e do Gavião. Mesmo com 18 participantes, o grupo caminhou bem na trilha, alcançando a cachoeira por volta do meio dia.

O dia de sol, a temperatura agradável e os atributos da cachoeira foram convidativos para um banho, que teve adesão de quase todos os participantes. Ainda tivemos a comemoração do aniversário da Fernanda Turchetti, com direito a bolo de chocolate com velinhas.

Iniciamos o retorno “em blocos” por volta das 14h30min, ainda com tempo para um rápido mergulho na cachoeira do Gavião. Por volta das 17 horas todos já estavam de volta na portaria do Retiro, de onde seguimos para o tradicional almoço (jantar?) no César. O retorno para BH a partir das 19 horas foi tranquilo e, surpreendentemente, sem trânsito.

Início da caminhada a partir da portaria do Retiro. (Foto: André Deberdt, 12/04/15)
Início da caminhada a partir da portaria do Retiro. (Foto: André Deberdt, 12/04/15)
Raí, Veronika, Dagó André e Celso. (Foto: Tom, matando saudade do sensor cropado, 12/04/15)
Raí, Veronika, Dagó André e Celso. (Foto: Tom, matando saudade do sensor cropado, 12/04/15)
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Cachoeira do Tombador, PARNA da Serra do Cipó. (Foto: André Deberdt, 12/04/15)

 

Parte do grupo que participou da caminhada. (Foto: André Deberdt, 12/04/15)

Recomendações:

– A falta de pontualidade e o consequente atraso na saída de BH acabam por comprometer a programação, especialmente nas “bate e volta”. A caminhada tem que ser realizada em horário menos favorável, sob sol forte, e o tempo de permanência no destino fica reduzido. Pontualidade e comprometimento com os demais participantes precisam ser lembrados nas próximas pranchetas.

– Combinar o ponto de encontro em uma padaria ou em local onde seja possível tomar café-da-manhã evitaria paradas no meio do percurso, reduzindo o tempo de deslocamento.

Cachoeira do Tombador – PARNA Serra do Cipó – 12/04/15