Matéria: Bruna Nicolato/ Fotos: Tássia Carrozino/ Ricardo Esteves.

Um ponto de referência para bandeirantes, caminho percorrido pelas expedições em busca de Ouro: o Pico do Itacolomi no século XVIII e a unidade de conservação em que se insere faz parte da história de Minas.

O Parque Estadual do Itacolomi faz parte da Estrada Real.

Pico do Itacolomi: ponto de referência para os bandeirantes no século XVIII.
Pico do Itacolomi: ponto de referência para os bandeirantes no século XVIII.
Nossos expedicionários do século XXI em frente ao Centro de Visitantes: antiga seda da Fazenda São José do Manso, construída entre 1706 e 1708.
Nossos expedicionários do século XXI em frente ao Centro de Visitantes: antiga seda da Fazenda São José do Manso, construída entre 1706 e 1708.

O conjunto arquitetônico do Parque, a Fazenda São José do Manso, é tombado pelo IEPHA: o Centro de Visitantes do Parque era a sede da fazenda, construída entre os anos de 1706 e 1708. É uma das amostras da arquitetura paulista em Minas e os especialistas a consideram como primeiro prédio público do Estado, pois servia para cobrança de impostos e vigilância das Minas.

A Fazenda representou ainda um pólo produtor de chá na primeira metade do século 20, e a história desse período pode ser visitada no Museu do Chá também no Parque.

Serra do Espinhaço: uma das Cordilheiras do País.
Serra do Espinhaço: uma das Cordilheiras do País.

A unidade de conservação faz parte da Serra do Espinhaço, dobramentos geológicos formados há mais de 2,5 bilhões de anos.

O Parque Estadual do Itacolomi foi criado em 1967 e o Pico do Itacolomi é o ponto mais alto da unidade, com 1.772 metros de altitude. Recebe este nome pois os índios assim denominavam o pico. Na língua tupi quer dizer “pedra menina”: uma pedra maior, com outra menor ao seu lado.

Vegetação de campos de altitude.
Vegetação de campos de altitude.

São 7.543 hectares de matas, coloridas pelas quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, a vegetação é de campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas.

Toda essa história e todo esse cenário inspiraram nossos caminhantes neste 1º de maio. E não por acaso foi a maior excursão deste ano. Ao todo, éramos 18 (dezoito): o casal presidencial, Dagó e Vivi, o Sr. Diretor Técnico Xaxá e a digníssima esposa Tássia, os ilustríssimos Dênio e esposa, a linda Carol, o incansável Raí, as guerreiras Luciana, Mariana, Iara e Fernanda, o Mestre Talim, o Mister e a Miss Simpatia, Bruno e Sílvia, a dupla de heróis, Gatin e Tunico, o representante do berço do montanhismo, Emílio, e o amigo Bruno.

Casal Presidencial: Dagó e Vivi,
Casal Presidencial: Dagó e Vivi,

O Ilustríssimo Diretor Técnico e a Digníssima Esposa: Xaxá e Tassia.
O Ilustríssimo Diretor Técnico e a Digníssima Esposa: Xaxá e Tassia.

O Mestre Talim.
O Mestre Talim.

O Incansável: Raí.
O Incansável: Raí.
Preparando-se para o frio...
Preparando-se para o frio…

 

 

 

O ponto de encontro foi o Posto Chefão, às 7h. Ao chegarmos no Parque, vestimos os equipamentos para o frio e subimos os 7 km em 2 horas e meia. Às 17h estávamos de volta à sede… e por que não aproveitarmos mais um pouco de Ouro Preto em um delicioso jantar…

Iniciando a caminhada...
Iniciando a caminhada…

 

Chegando ao Pico do Itacolomi.
Chegando ao Pico do Itacolomi.
Caminhada Pico do Itacolomi – 01/05